II Evento digital da Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas.

O II Weed.con é voltado a profissionais, pesquisadores, cientistas, estudantes e agricultores ligados à ciência das plantas daninhas.

II Weed.con

É o segundo evento digital da Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas que será realizado de 22 a 24 de novembro de 2021.

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O Evento

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Palestras

Em breve.

Programação

22 a 24 de novembro de 2021

Tema: O futuro é logo ali.

HORÁRIO

ASSUNTO

14:00
Oportunidades na Ciência das Plantas Daninhas: um olhar sob o ponto de vista de gêneros.
Bianca Assis Barbosa Martins – Global Herbicide Research – BASF, Limburgerhof, Alemanha. Ana Lígia Giraldeli – Universidade Estadual de Londrina - UEL, Londrina, Brasil. Patrícia Andrea Monquero – Universidade Federal de São Carlos - UFSCar, Araras, Brasil.
15:30
Apresentações orais.
17:00
Intervalo.
19:00
Abertura Oficial do Evento
Aldo Merotto Júnior – Presidente da Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas – SBCPD; Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, Porto Alegre, Brasil.
19:10
Previsões e desafios no controle de plantas daninhas.
Harry Strek – Scientific Director of Weed Resistance - Bayer CropScience, Frankfurt, Alemanha.
19:50
A realidade das plantas daninhas no Brasil.
Edivaldo Domingues Velini – Faculdade de Ciências Agronômicas – FCA, Universidade Estadual Paulista - UNESP, Botucatu, Brasil.
20:10
Momento empresa 1
20:15
O controle das plantas daninhas na visão das indústrias.
Roberto Araújo – Educação e Boas Práticas Agrícolas, CropLife Brasil, São Paulo, Brasil Fábio Kagi – Gerente de Assuntos Regulatórios, Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal, Sindiveg, São Paulo, Brasil.
20:35
A biotecnologia representa o futuro do controle das plantas daninhas?
Paulo Augusto Vianna Barroso – Pesquisador na Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias, EMBRAPA, Presidente da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança, CTNBio.
20:55
Regulamentação e controle de plantas daninhas no Brasil.
Renato Rezende Young Blood – Gerente de Sanidade Vegetal, Agência de Defesa Agropecuária do Paraná, ADAPAR, Curitiba, Brasil.
21:15
Momento empresa 2
21:20
Debate
22:00
Encerramento
Tema: resistência de plantas daninhas a herbicidas.

HORÁRIO

ASSUNTO

14:00
Identificação e levantamento de plantas daninhas por sensoriamento remoto.
Cristiano Zerbato – Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias – FCAV, Universidade Estadual Paulista – UNESP, Jaboticabal, Brasil.
14:50
Falhas na aplicação ou resistência à herbicidas?
Ulisses Rocha Antuniassi – Faculdade de Ciências Agronômicas – FCA, Universidade Estadual Paulista - UNESP, Botucatu, Brasil
15:40
Debate
16:00
Apresentações orais.
17:30
Intervalo.
19:00
Abertura segundo dia.
Arthur Arrobas Martins Barroso, Universidade Federal do Paraná, UFPR, Curitiba, Brasil.
19:10
Panorama do manejo da resistência à herbicidas no Brasil.
Fernando Storniolo Adegas – Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias, EMBRAPA Soja, Londrina, Brasil.
19:50
Manejo da resistência de plantas daninhas a herbicidas na Argentina.
Julio Alejandro Scursoni – Universidad de Buenos Aires, Buenos Aires, Argentina.
20:10
Momento empresa 3
20:15
Manejo da resistência de plantas daninhas a herbicidas nos Estados Unidos.
Caio Augusto de Castro Grossi Brunharo – Oregon State University, Oregon, Estados Unidos da América.
20:35
Manejo da resistência de plantas daninhas a herbicidas na Europa.
Joel Torra Farré, Universitat de Lleida, UDL, Lleida, Espanha.
20:55
Manejo da resistência de plantas daninhas a herbicidas na Austrália.
Martín M. Vila-Aiub – Agricultural Plant Physiology and Ecology Research Institute – IFEVA, Facultad de Agronomía, Universidad de Buenos Aires, Argentina.
21:15
Momento empresa 4
21:20
Debate
22:00
Encerramento
Tema: Desafios e Oportunidades.

HORÁRIO

ASSUNTO

14:00
Manejo de plantas daninhas na fruticultura tropical.
Daniel Valadão Silva, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, UFERSA, Maranhão, Brasil.
14:30
Manejo de plantas daninhas no setor florestal.
Lino Roberto Ferreira – Universidade Federal de Viçosa – UFV – Viçosa, Brasil.
15:00
Manejo de plantas daninhas em pastagens.
Neivaldo Tunes Caceres - NTC ConsultAgro
15:30
Manejo de plantas daninhas em olerícolas.
Marcelo Rodrigues dos Reis, Universidade Federal de Viçosa, UFV, Viçosa, Brasil.
16:00
Debate
16:30
Apresentações orais
18:00
Intervalo
19:00
Abertura terceiro dia.
José Barbosa dos Santos, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM, Diamantina, Brasil.
19:10
Resistência de plantas daninhas à herbicidas auxínicos, um alerta.
Rafael de Prado – Universidad de Córdoba - UCO, Córdoba, Espanha.
19:40
Enlist Sistema de Controle de Plantas Daninhas.
Felipe Ridolfo Lúcio – Líder de Pesquisa e Desenvolvimento de Herbicidas para América Latina – Corteva.
20:00
Momento empresa 5
20:05
Posicionamento da Tecnologia Xtend no Brasil.
Ramiro Fernando Lopez Ovejero – Resistance Management Latam Lead – Bayer CropScience.
20:25
Dinâmica Ambiental de herbicidas auxínicos.
Caio Antônio Carbonari – Faculdade de Ciências Agronômicas – FCA, Universidade Estadual Paulista - UNESP, Botucatu, Brasil.
20:55
Momento empresa 6.
21:00
Debate
21:40
Cerimônia de premiações.
10:00
Encerramento

Obs: A programação pode sofrer alterações até a data do evento.

Depoimentos

A gente teve o evento ano passo, a primeira edição, que foi uma experiência inovadora e que deu muito certo, 100% de sucesso! E a gente quer repetir essa ação esse ano, que vai ocorrer em novembro. Aproveitem! É um momento de compartilhar conhecimentos, momento de aprendizado tanto para estudantes e profissionais do ramo agrícola e biológicas

Bruno FrançaUniversidade Federal do Vale São Francisco

A realização do evento digital superou minhas expectativas, o evento foi fundamental para atuantes da área, principalmente em tempos de pandemia, auxiliando na atualização das problemáticas que a agricultura brasileira enfrenta e nossas novas tecnologias. Eventos como este são importantes para nortear a pesquisa brasileira, bem como os produtores, para que juntos possamos cada vez mais traçar estratégias de manejo que minimizem as ameaças à nossa agricultura. Já no aguardo do II Weed.Con.

Jéssica PresotoDoutoranda da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz - ESALQ/USP

Eu sou Raphael Mota Garrido, estudante do doutorado em Biociências da Unesp - Câmpus Assis. Participei do I Weed.Con ocorrido no ano passado, foi um excelente evento onde pude compartilhar os resultados das nossas pesquisas. Além disso, tive um grande aprendizado com as palestras ministradas. Que venha a 2ª edição do Weed.Con!

Raphael Mota GarridoDoutorando em Biociências - Unesp Assis

Sem dúvida um dos melhores eventos que participei em 2020, apresentando resultados de forma prática mas sem perder o critério da ciência. Ganhei uma atualização dos principais acontecimentos que envolvem o manejo de plantas daninhas em nosso país de forma rápida e envolvente.

Túlio Gonçalo

Tive a honra de participar ano passado na primeira edição do IWeed.con que com toda certeza me agregou muito conhecimento. E essa segunda edição é uma nova oportunidade para vocês. Nos vemos lá!

Felipe Marcon BattistonEstudante de Agronomia da - UFPR - Setor Palotina

A gente teve o evento ano passo, a primeira edição, que foi uma experiência inovadora e que deu muito certo, 100% de sucesso! E a gente quer repetir essa ação esse ano, que vai ocorrer em novembro. Aproveitem! É um momento de compartilhar conhecimentos, momento de aprendizado tanto para estudantes e profissionais do ramo agrícola e biológicas

Alfredo AlvesProfessor da - UFPR Supervisor da Supra Pesquisa

O I Weed.con, na minha opinião, foi o melhor evento que tivemos no ano de 2020 para discussão de temas relacionados à ciência das Plantas Daninhas. Por mais que a pandemia tenha nos separados, o IWeed.con nos trouxe juntos para que pudéssemos discutir esses temas de extrema relevância para agricultura brasileira.

Hudson TakanoPesquisador da Corteva Agriscience

A nossa participação no IWeed.con foi trazer o uso da Geotecnologia no manejo de plantas daninhas, quantificação e espacialização e transferência para o drone para fazer as aplicações localizadas; com isso o mínimo de impacto à cultura na produtividade, o uso racional de herbicidas e água, e proteger o processo mais caro da agroindústria que é a colheita mecanizada. Obrigada IWeed.con, foi um prazer estar com vocês.

Edison Baldam JuniorIdealizador e Proprietário da BaldanConnected

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